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Dança da Deusa ou do Buda de Mil Mãos

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A DANÇA DAS MIL MÃOS Dançarinas do Grupo de Artes Performativas da Associação Chinesa de Pessoas com Deficiência exibem o seu número mais conhecido, a dança Qianshou Kuanyin, Bodhisattva de 1000 mãos, ou As Mil Mãos-Guanyin. Uma dança impressinante, prende a atenção de todos, pois são 21 dançarinas surdas e mudas trajadas de dourado, formando uma fila vertical e 42 braços promovem diferentes gestos simultaneamente, levando a todos a imagem do Buda de Mil Mãos, encontrada em muitas grutas da China.  Baseando-se somente nos sinais dos formadores nas quatro esquinas do cenário, estas extraordinárias bailarinas oferecem um grande espetáculo visual. O seu primeiro grande début internacional foi em Atenas na cerimônia de encerramento dos Jogos Paraolímpicos de 2004, mas tem estado desde há muito tempo no repertório da Chinese Disabled Peoples Performing Art e já viajou a mais de 40 países. A sua primeira bailarina, Tai Lihua, tem 29 anos de idade e possui um BA pelo Instituto de Bel...

Abertura do novo Espaço Terapêutico e Livraria - Centro de Estudos Universais

Hora sexta, 8 de abril ·  17:30  -  22:00 Localização Centro de Estudos Universais - AUM Rua Araçari, 218 – Itaim Bibi Programação: • 17h30 – Abertura do Espaço com Glaucia Rodrigues • 18h – "Danças Circulares" com Nadir Tiveron, Maria Luiza Costacurta D´Almeida e Estela Maria Gomes • 19h – Intervalo • 19h30 – "Outras terras, outros sons", oficina com Magda Pucci (Mawaca) • 20h30 às 21h – ORE MBORAI PORÃ PAWE RAYU PARE, cantos sagrados das crianças guaranis pela paz da humanidade – Aldeia Guarani Tekoá Itanhaen (SC) • 21h – "Nós", apresentação dos jovens do grupo "OCA DANÇA", da OCA - Associação da Aldeia de Carapicuíba (SP) Confira a programação do espaço:  http://www.ceuaum.org.br/e spaco/jin-shin.htm Mais informações: +55 (11) 3071-3842 Evento gratuito.

Islã: Arte e Civilização

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A mostra reúne mais de 300 obras que contam 1.400 anos da história do Islã. Acervos do Museu Nacional de Damasco, Museu Aleppo e Palácio Azem, da Síria, e peças do Museu Nacional do Irã, Museu Reza Abassi e Museu do Tapete, no Irã. A exposição também traz ao público obras pertencentes ao acervo da Biblioteca e Centro de Pesquisa América do Sul-Países Árabes (BibliASPA) oriundas do Marrocos, Mauritânia, Líbia, Líbano, Burkina Faso e Brasil, além de peças do Mali, Níger e Nigéria, da Casa das Áfricas.  Horário: Terça a domingo | 10h às 20h Locais: Subsolo, térreo, 1º, 2º e 3º andares | Rua Álvares Penteado, 112 - Centro Recepção/Informações: Terça a domingo, das 10h às 20h | Telefones: (11) 3113-3651/52 Classificação: Livre Entrada Franca Mais informações: http://www.bb.com.br/

Dança dos Sete Véus: algumas considerações...

Há tempos tenho ouvido e lido várias histórias a respeito desta dança. Dizem que teve origem com a dança de Salomé (personagem bíblica que consegue a cabeça de João Batista em uma bandeja de prata mediante seu pedido ao rei Herodes), outros dizem que sua relação é com os chakras (que cada véu e sua cor representam um chakra e que, ao tirá-lo, você estaria conseguindo se purificar). Acontece que em nenhuma bíblia é mencionado como foi a dança feita por Salomé e muito menos que utilizou sete véus (mesmo na versão original em grego do novo Testamento). Pensando nas histórias, vemos uma questão ambígua: Se Salomé dança para seduzir Herodes, onde está o grau de purificação feita então pela dança dos sete véus, se assim pudesse ser associada aos chakras? E há ainda, o que os “Chakras”, conceito proveniente da cultura indiana tem a ver com a cultura oriental árabe? Tratando-se da cultura oriental árabe, sua região e sua antiguidade, podemos pensar na Mitologia babilônica para nos aproximarmos...