Dakini, em tibetano significa "dançarina celeste" ou "aquela que atravessa o céu". Tem o poder de transformar as emoções negativas em energia luminosa de consciência iluminada.
"Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar... Tu amas, sofres e sentes. Dança!" Isadora Duncan
Benzedeiras: palavras que curam...
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Um lindo documentário sobre as benzedeiras de Minas. Uma homenagem a minha querida avó que benzia e costurava e que fez tanta diferença em minha vida.
Que demais, Factima! Eu aprendi a benzer com minha avó espanhola!!! Aprendi a benzer pessoas, animais, plantas, alimentos e ambientes, embora seja de uma cultura diferente da de minha avó, me identifiquei totalmente com o vídeo, obrigada por compartilhar. Bjs
Começo a homenagem com um poema de Carlos Luedy: "As mãe nunca morrem, elas entardecem, tingem de nuvens os cabelos e viram por do sol" Sendo filha, aprendemos com ela; e sendo mãe, aprendemos com nossos filhos. É um ciclo do gerar, do nutrir, do amar... Esta experiência perpetua-se por toda vida, nas criações, no gerir ideias e acolher sugestões. Lindas vozes em forma de canção, que retratam as palavras acima...
Linda animação mostrando a força e a magia do canto. Uma linda animação composta por texturas da feltragem e dos cantos xamânicos, mostrando assim o universo da mulher na cultura indígena andina.
Há pelo menos 3 anos venho resgatando e costurando lembranças e aprendizados de minha infância. Sempre gostei de usar as mãos e com ela criar... Minha vó, costureira, benzedeira e bordadeira, me mostrou os primeiros pontos, as primeiras costuras e as primeiras procissões... Minha mãe, dona de casa, costureira e agora "bordadeira", me ensinou agora, mais adulta, as costuras à máquina (que antes não sabia fazer). Criar uma escuta para as descobertas do que podemos fazer com às mãos, é dar liberdade para que o misterioso e oculto posso aflorar e trazer ao mundo uma dimensão lúdica e surpreendente. Abaixo um poema daquela que mexe com linhas, tecidos e tramas: A costureira (Eucanaã Ferraz) Ela ouve o tecido, ela pousa o ouvido, ela ouve com os olhos. À fibra e ao feixe interroga sobre o que se entrelaçara, distinguindo a linha, o intervalo, o vão, o entreato, atenta para o que na fala geométrica e repetida dos fios é um outro vazio: o ...
Que demais, Factima!
ResponderExcluirEu aprendi a benzer com minha avó espanhola!!!
Aprendi a benzer pessoas, animais, plantas, alimentos e ambientes, embora seja de uma cultura diferente da de minha avó, me identifiquei totalmente com o vídeo, obrigada por compartilhar.
Bjs
Cris, sempre me surpreendo com você!!!
ResponderExcluirIndependente da cultura encontramos várias anciãs que curam através de sua fé ou das ervas. Bjs